5.11.06

LEOPOLDO

Estava a admirar a moça sentada no banco a sua frente. Estava sozinha e pensativa.Sentado na cadeira ao final do corredor do ônibus, sempre que passava um passageiro, este estranhava o olhar fascinado do rapaz. "Que costas mais sublimes!"
A moça tinha cabelos castanhos, parte das costas nuas, evidenciando seu sutiã de renda branca.
Imaginou-se mordendo s base do pescoço da donzela, enquanto roçava as costas com a barba mau feita. O problema era que ele nunca teve barba. E continuava a despi-la com os olhos enquanto sua imaginação o levou a cavalgar suas ânsias mais masculinas, enquanto a crina feminina ele segurava.

A moça estava encontando-se mais perto do segurardor do banco a sua frente até descansar sua cabeça sobre seu braço. Leopoldo, que era o nome do rapaz, sentiu-se angustiado . Precisava ter a donzela em seus braços "másculos e fortes". Mas não sabia como.Nunca foi um rapaz de boas experiências amorosas e tinha uma enorme dificuldade de puxar conversa. No entanto veio uma luz divina(para não dizer demoniaca) e então teve um impulso. Jogou sua bolsa com uma força razoável, enquanto o ônibus estava freando(que em boa parte dos ônibus de Teresina, são freadas bruscas), na cabeça da moça.

A reação enfurecida que Leopoldo esperava não veio. A cabeça da senhorita estava pendendo sobre seus seios fartos. Ele foi averiguar a moça e ja pedindo desculpas segurou a mão dela e olhou em seus olhos. Estavam virados, semi-cerrados e semi-mortos. O desespero logo o tomou.
Antes que notassem, pegou sua bolsa,sentou-se ao lado dela , acomodou a cabeça dela em seu ombro e fechou seus olhos desfalecidos. Apenas depois foi que verificou que ela respirava.

"E agora!!!??", pensou. Sua parada estava próxima. Não poderia deixar tão bela mulher abandonada no ônibus e ainda mais por sua causa. Assumindo uma postura cavalheiresca, tomou-a em seus braços e levou-a consigo para sua casa. O porteiro do seu predio não perguntou nada, apenas o olhou com o olhar de sempre e abriu a portão. Não perguntou nada, estava concentrado demais no jogo do brasileirão.
Chegando a sua porta, colocou-a no chão e começou a procurar suas chaves. Enquanto procurava, sua vizinha, uma senhora com seus 60 e poucos anos, logo reparou na inquietação do rapaz. Quando tocou seu ombro dizendo "Filho...", Leopoldo soltou um incrível berro acabando de acabar com a audição da senhora. Alem do susto, levou uma bela bengalada na sua bengala e passou cerca de dois minutos agonizando na chão.
Ao achar as chaves, abriu rapidamente a porta e levou a mulher para seu quarto. Colocou-a de costas na sua cama e começou a admirá-la da mesma forma que fizera no ônibus. No entanto, o pudor atacou-lhe e não se permitiu mais nenhum pensamento, deixando-a descansando. Foi beber um pouco de água para se acalmar. Quando voltou ao seu quarto, tomou um suto ao ver que a moça não estava mais na cama e levou outro ao ver-se sendo enforcado por um dos seus cintos.
Era a moça, que segurava as duas pontas do cinto com uma das mãos e com a outra pegava a carteira de Leopoldo:

- O que eu to fazendo aqui? - Perguntou a moça.
- GUarrrKwa!!!!!!!!!
- FALA!!! - Ela afrouxou o cinto.
- HwaÂÂÂÂÂÂÂ! Ce desmaiou ... Cof COf... No ônibus... - Disse Leopoldo enquanto tentava respirar.
- E o que ce tinha a ver com isso!?
-Minha bolsa....
-Hein?
- Minha bolsa vôou na sua nuca!
- FILHO DA PUTA!!!!!!!

Começou a apertar com mais força o pescoço de Leopoldo e começou a esmagar seu tesouro com a outra mão:
-Assobia, seu corno!! - Disse a moça.
- ????????????????????
- ASSOBIA, PORRA!!!!
Foi uma proeza e tanto o que se sucedeu então. Apenas Deus saberia como Leopoldo conseguiu a proeza de assobiar enquanto estava sendo enforcado e sendo literalmente esmagado por mãos femininas.

- Cê atrapalhou meu plano, seu cachorro!

A moça chutou-o no chão e sacou uma Glock 17, 9mm e apontou pra testa de Leopoldo.

- ME DESCULPA DONA!!! DESCULPA!!! - Gritou Leopoldo desesperado.
- Agora a cambada vai achar que eu sujei . Agora tu vai ter que me ajudar, entendeu?
- Eu ajudo, eu ajudo....
- Blz, agora me compra uma pizza. RÁPIDO!!!
Pediu a pizza e a moça disse aos gritos que queria uma mexicana sem borda, porque catupity a deixava enjoada.
- Qual teu nome?
- Leopoldo.
- Olha Popô, se tu vascilar, o ferro come! Os cara vão vir atras de mim, então se liga. Ou ce faz direitin ou ce morre.
- Eu entendi. Ce deixou bem claro.
- Otimo pois te prepara. Porque daqui a pouco, nois vamo ferrar esses cachorro.
- O que a gente vai fazer?
- A gente? Tu seu nojento!! Ce vai fazer o trampo pra mim, ta ligado, zé mané?
- ......................E o que eu vou fazer?
- CE vai assaltar o SETUT pra mim.


Continua...




5 comentários:

  1. não!
    por favor.preciso do resto da historia!está emocionante!estou xorande de rir.!
    hauahuhauhauha
    tah massa mesmo!!
    bju!

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  2. juliana9:59 PM

    ei rapaz.n me mate de curiosidadee..cade a outra parte?

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  3. Patrícia Rameiro3:18 PM

    Assaltar o SETUT ???

    Eu to nessa!!!!!


    kkkkkkk

    O texto tah massa ....

    Beijo Xicaum

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  4. ôla! hehehehe tá muito engraçado esse teu texto. Essa historia parece com alguem q eu conheço... sei não, um cara aew q chega nas meninas aculá.. essas historias assim me parece muito com as q ouço dele, sabe!!? iuhaihahhahaiahiuhaiua.... depois fala de mim ¬¬ hehehehe Abraço doido. A, e aqui é o nariz de toupeira... fiz um blog. dá uma passada lá. abraço

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  5. kkkkkkkkkkkk
    me mata!!
    huahuahuhauha
    quero saber já o final!!!
    ;P

    num demooora!!!
    ;**

    *tropel foi pro espaço!

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